04/05/2016

Conhecendo ele - Jair Bolsonaro

Decorum est pro patria mori.


Carimbar as ideias do adversário como “preconceito”, dando a entender que não passam de tomadas posições irracionais e sem fundamento é, na maior parte dos casos, nada mais que um pretexto para não ter que examinar as razões que fundamentam, muito menos a possibilidade de haverem nascidas de boas intenções. (CARVALHO-DE, Olavo. 2009.)

Então, vamos conhecer um pouco do Deputado Federal Jair Messias Bolsonaro (PSC-RJ). Nascido em Campinas, 61 anos, Direita política, militar da reserva e deputado federal. Em sua sétima legislatura na Câmara dos Deputados do Brasil. Quando analisamos os argumentos contrários ao deputado, percebemos a frivolidade dos argumentos da esquerda, que pregam a relativização, conhecer o outro e permitir que ele fale sobre si, ou mesmo como reconhecer a legitimidade do pensamento conservador, mas não é o que acontece. Então, qual motivo de não o deixarem falar sobre si? Por que não conhecer antes de falar? Pois a hipocrisia paira na mentalidade esquerdista.

In casu, é típico da esquerda tentar impregnar termos de ódio ao adversário, como fascistas; racista, machista, homofóbico, nazista. Termos meramente abstratos – sem sustentação na estrutura do real. Com o único intuito de invalidar os argumentos do adversário ante a opinião pública.

No que tange ao deputado, já o chamaram de Fascista: Mesmo que o deputado tenha presidido uma sessão solene, na Câmara dos deputados, em homenagem aos nossos pracinhas que lutaram bravamente contra o nazifascismo. Sem nunca antes ter defendido ou ter tido uma postura semelhante às ideias do Fascismo. Fascismo, este, estabelecido na Itália por Benedito Mussolini, em 1922, que havia sido membro do Partido Socialista Italiano. Que pregavam a alta intervenção estatal, cercear a liberdade, entre outros. O que se percebe, claramente, é que muitos o tacham como tal mesmo não sabendo definir o que seria o fascismo.

O chamam de Nazista: como dito acima, ele fez uma homenagem aos combatentes contra o nazismo. Além, o deputado participou de um ato, em seu favor, com judeus, que hastearam a bandeira de Israel. O referido deputado defende os valores judaico-cristãos. Ademais, o deputado jamais defendeu uma bandeira nazista, ou coisas semelhantes. Nazismo, este, implantado por Adolf Hitler, do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei).
Também o chamam de Machista: o deputado que possui apoio de inúmeras mulheres. Além, por exemplo, do apoio da Sara Winter (ex-líder feminista e ex-esquerdista) apoio da Rachel Sheherazade, jornalista. Bolsonaro que vive, ao menos visivelmente, um bom casamento, filhos e filha. E nem existido casos de agressões.

O chamam de homofóbico: O deputado deixou claro, diversas vezes, a diferença entre o individuo homossexual e a pauta. Há diversos homossexuais, bissexuais, e até transexuais que apoiam o deputado, pois são contra a tirania do pensamento coletivo, como diria Olavo de Carvalho. Pensam de forma independente e não de grupos, de ativismo que cega os olhos e põe fumaça na mente. Bolsonaro tinha grande admiração por Clodovil Hernandes (PR-SP), que morreu em Março de 2009; era homossexual e detinha respeito de uma grande maioria da população brasileira, de imenso caráter. Este que declarou totalmente favorável aos valores vigentes. O deputado demonstra claramente que o problema não é com o individuo, pois este deve ser respeitado como ser humano, o problema se trata de ideias, que ferem o âmbito civilizatório. Pois não é possível, e nem lógico, ser contra o que o individuo faz em espaço individual, como também não é possível privar sentimentos. Além, o deputado possui apoio de Smith Hays, homossexual, que é amigo declarado do deputado. Assim como Karol Eller, que é lésbica e tem dado todo apoio ao Bolsonaro.

Como o chamam de Racista: O deputado está dentro da mistura de “raças”, pois é brasileiro. Mas, na verdade, pertencemos a uma única raça, a humana. Desse modo, o deputado sempre demostrou boa relação com os negros, além de seus amigos mais próximos, apoiadores, parentes, sogro. Não há justificativas para rotular o deputado, que jamais incitou violência contra negros ou quaisquer que sejam. Como dito anteriormente, somos de uma única raça. Ao contrário dos ídolos da esquerda, como Che Guevara, que fuzilou homossexuais e negros na Revolução Cubana.

Quanto ao voto do impeachment: O deputado parabenizou o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pela forma de conduzir os trabalhos na casa e, principalmente, por ter colocado o Impeachment em votação, e não por ser réu em processo. No caso do Ustra, em seu site, ele expõe em nota: “Em nenhum momento foi feita homenagem a qualquer torturador, considerando a INEXISTÊNCIA de sentença condenatória atestando que o Coronel Ustra tenha praticado crime de tortura”. Ou seja, não há sentença em trânsito julgado. Além, o deputado sempre fez menção ao regime militar, período de extremo conflito entre os militares contra os comunistas, ideologia que trouxe mais de 100 milhões de mortes. Ademais, não houve qualquer reação quando o deputado Glauber Braga (PSOL) fez homenagens aos comunistas Marighela e Lamarca, que defendiam abertamente o terrorismo, assalto aos bancos, explosões, além de envolvimento em assassinatos. 

Desse modo, há uma notoriedade da falta de sustentação nos argumentos da esquerda contra o deputado. Todos os argumentos são meras abstrações, coisas fora da realidade. Como dito, o problema não é o individuo, mas a pauta. Pois o deputado conta com apoio de homens, mulheres, homossexuais, heterossexuais, ateus, religiosos, ricos, pobres, negros e brancos. Pois não é uma questão de grupos, religião, gênero, mas de ideias. Nunca tentam ouvir o deputado sobre outras coisas, mas dizem que ele insiste no mesmo assunto. Os argumentos contra ele são meros ranços de pessoas que não querem admitir que ele seja um real representante da direita, que é legítima, ao contrário dos tucanos. Tentam desqualificá-lo por simplesmente manter seus princípios. Como já é conhecido, e aplicado pela esquerda, “chame os outros daquilo que você é”.

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