28/08/2017

Privatizações, uma guinada necessária

Em nossa atualidade, o medo das privatizações já deveriam ter findado. É tão límpida a percepção acerca dos benefícios oriundos das privatizações, mas o impedimento está no âmbito ideológico.
Com efeito, como diria Aristóteles, a virtude está no meio-termo, isto é, algo possível no meio dos extremos. Torna-se, de certo modo, risível a falta de coerência e identificação da realidade, que determinados discursos não se enquadram na realidade, pois estão imbuídos de ideologias.
Ora, não há como negar que o "estado" não consegue gerir todas "suas" empresas, gerar riquezas, vez essa que não haverá verificação criteriosa do empreendedor, tais como: fiscalização do serviço, dos funcionários; do estoque; da qualidade, receitas e caminhos do capital. De fato, as estatais se perdem em meio aos desvios de dinheiro, dos impostos do contribuinte, como cabide de empregos de políticos, em suas indicações espúrias. O problema, talvez, não está na própria estatal, mas na natureza humana falível, que não depende de controles.
No Brasil, de fato, não existe o liberalismo econômico como acusam. Há uma estreita e promíscua relação entre os empresários e a máquina estatal, que precisam cortejar o poder para sobreviver, ante massiva e gigantesca burocracia, altos impostos, para sustentar privilégios dos poderes e daqueles que só querem direitos. E, é claro, não podemos esquecer dos empresários que querem ser amigos do "estado", para evitar concorrência. E políticos que dificultam o empreendedorismo para oferecer facilidade e privilégio como barganha.
Ou, também, de discursos teoréticos que não se confirmam na prática pelas mesmas pessoas que proferiram. É natural acompanhar políticos e ideólogos que defendem estatais, para os outros, mas usufruindo perfeitamente das benesses privadas. Buscam nos melhores restaurantes, bares, lojas, hospitais e escolas particulares para si e seus filhos, mas, para o público, defende a estatização de tudo. Pois sabem das deficiências causadas pelas empresas públicas. Há, com efeito, a problemática das privatizações imprudentes, feitas de qualquer modo, sem pensar em consequências além do mundo teorético, como sucumbe muitos liberais. Como questões, por exemplo, de Segurança Nacional – evitando George Soros – políticas externas e internas, assim como os mais pobres, tomando medidas alternativas para o momento transitório.
Algumas objeções feitas contra empresas privadas, no exemplo da tragédia da Empresa Samarco, Vale, que muitos socialistas acusaram de capitalismo predatório, por essa razão deveria ser estatizada – perceba o absurdo. Não conseguem vislumbrar que se tal problema tivesse ocorrido por empresa estatal, o contribuinte pagaria duas vezes, uma para manter a empresa; outra, para pagar o prejuízo. Enquanto isso, a empresa privada terá que pagar por suas ações, não o contribuinte. Ou, a objeção que o pobre será prejudicado, esquecendo, novamente, das leis do mercado, haverá aumento no investimento, sendo ainda possível o financiamento, como exemplo do próprio FIES ou PROUNI.
A discussão é longa, que será feita alhures. Cabe apenas tentar averiguar o problema além das ideologias jogadas no tabuleiro social, do que a sociedade necessita e o do que traz resultados reais. Claro, com a devida prudência exigida pelas circunstâncias.

09/11/2016

1984, Uma Obra-prima de Orwell.



George Orwell, em sua obra 1984, fez um trabalho sensacional – incrível. Na criação de sua obra, ele se preocupou em dar uma vivacidade, detalhada, de uma vida sob um Estado Totalitário. Com personagens do seu romance, Winston Smith e Julia, na luta contra o Grande Irmão, o partido, nos demonstram como a grande mídia das massas, os governos, a educação, pela revolução, podem mudar, e manipular, uma sociedade, como uma estratégia Gramsciana da criação da hegemonia de pensamento. Além do poder de vigiar e punir os indivíduos, jogar uns contra os outros e mudar toda uma história.

Na romance contado por Orwell, inicia-se com a história do personagem Winston, em alusão aos regimes totalitários, em que vive numa sociedade liderada por um partido, que chegou ao poder através de uma revolução do proletariado. Os líderes da revolução estão no poder, e comandando a sociedade como bem entendem - não por bem do povo, ou seja, dos proletários, quem eles prometeram proteger, mas de si mesmos.

04/05/2016

Conhecendo ele - Jair Bolsonaro

Decorum est pro patria mori.


Carimbar as ideias do adversário como “preconceito”, dando a entender que não passam de tomadas posições irracionais e sem fundamento é, na maior parte dos casos, nada mais que um pretexto para não ter que examinar as razões que fundamentam, muito menos a possibilidade de haverem nascidas de boas intenções. (CARVALHO-DE, Olavo. 2009.)

Então, vamos conhecer um pouco do Deputado Federal Jair Messias Bolsonaro (PSC-RJ). Nascido em Campinas, 61 anos, Direita política, militar da reserva e deputado federal. Em sua sétima legislatura na Câmara dos Deputados do Brasil. Quando analisamos os argumentos contrários ao deputado, percebemos a frivolidade dos argumentos da esquerda, que pregam a relativização, conhecer o outro e permitir que ele fale sobre si, ou mesmo como reconhecer a legitimidade do pensamento conservador, mas não é o que acontece. Então, qual motivo de não o deixarem falar sobre si? Por que não conhecer antes de falar? Pois a hipocrisia paira na mentalidade esquerdista.

In casu, é típico da esquerda tentar impregnar termos de ódio ao adversário, como fascistas; racista, machista, homofóbico, nazista. Termos meramente abstratos – sem sustentação na estrutura do real. Com o único intuito de invalidar os argumentos do adversário ante a opinião pública.

29/12/2015

Introdução ao Conservadorismo


“Quem não é um liberal aos dezesseis anos é um insensível; quem não é um conservador aos sessenta é burro”. (DISRAELI, Benjamin.)

O Conservadorismo não segue e não possui nenhum manual. Portanto, esse artigo não é uma regra a ser entendida como a visão total do conservadorismo.  É, apenas, a minha humilde opinião sobre as coisas e realidade na qual vivemos.  Uma opinião conservadora é o que realmente falta.  As opiniões - em sua maioria - são dadas por uma classe falante progressista, atribuídas aos conservadores, o que, hipoteticamente, seria a opinião deles, sem ao menos o direito de defesa.

 Certamente, o conservadorismo não é uma religião, ideologia, dogmas. No meio conservador, podemos encontrar pessoas de diversas religiões, gênero, cor, classe ou orientação sexual. Ou seja, desfaz o equívoco que muitos acreditavam ser lugar apenas de religiosos. Por exemplo, podemos encontrar homossexuais e ateus conservadores. No entanto, os religiosos – em sua maioria – se identificam facilmente com o pensamento Conservador.

22/12/2015

Hangout - Direita ao Vivo no Domingo - 20-12-2015



Hangout feito com os amigos do MPD (Movimento Papo de Direita) trouxe temas interessantes: Conservadorismo, gerra cultural, manifestações, adesão nos estados; monarquia parlamentarista, entre outros. 

É de extrema importância que o brasileiro crie uma consciência de união, resgatar valores, cultura, linguagem. Voltar para aquilo que é importante para sociedade. Reunir pessoas com essa mesma vontade patriótica, que aos poucos está sumindo. 


Retirar o monopólio da esquerda, trazer informações, conhecimento para as pessoas, mostrar o que de fato é a Direita. Dizer o que é necessário, sem se acovardar, ter coragem para defender os ideais.