Desde cedo, na infância, ouvimos que devemos
lutar por um mundo melhor, mas o que isso significa na realidade? Mortes e mais
mortes em nome da uma reforma revolucionária, ilusões, fracassos, fuga da
realidade. Um reflexo de uma mente doentia que não compreende o seu espaço e
dos outros.
A esperança de um mundo melhor para os cristãos – principalmente – deveria ser um grande absurdo, pois seria admitir que tudo
por aqui daria certo e não haveria um paraíso celestial, mas terrestre. Como o Prof. Olavo diz que, é o que há
de mais anticristão. Apesar desse não ser o único argumento contra a ideia de
um mundo melhor.
Para os ateus, principalmente
ligados à logica, sabem que essa mesma ideia é apenas uma alienação, pois
conhecem a natureza humana e suas relações com a realidade. Seria admitir que o homem não teria mais motivos lógicos para o seu desenvolvimento, e pôr um
limite, no tempo e espaço, para a evolução do homem – além de negar a história
da humanidade.
Esse tipo de doutrinação nas
escolas, universidades, mídias, é apenas o plano gramischiano em ação.
Ensinando que devemos militar pelo mundo melhor, porém, não explicando como
isso ocorrerá na estrutura da realidade e nem como seria depois de
“estabelecido” esse mundo ideal. Ou seja, apenas ideias sem embasamento na
realidade, às vezes, proposital. Para um dia, chegar um “salvador da pátria”
para cumprir essa promessa, não importando o método, pois já não haveria
oposição e se houvesse, seria aniquilada em nome do ideal.
Essa mentalidade revolucionária,
plantada nos jovens, baseada em mentiras e em quem acredite. Colocando a
sociedade como um agente da situação, esquecendo os inúmeros agentes reais –
eu, você, o vizinho – que lidam de diferentes maneiras com as diversas
situações.
A sociedade perfeita que sabe, seria com a dita
“igualdade social”, mas como obrigaria todos se tornarem iguais? Por meio da força
ou de forma silenciosa? Tal modo seria cercear a liberdade. Ou igualdade de
opiniões, pois em um mundo perfeito, não haveria conflito de opiniões, pois o contrária, iria impedir a estrutura da perfeição. Como o ocorrido com Stalin,
por exemplo.
Um mundo “melhor”, na verdade,
seria apenas mais mentiroso; completo por falsidades, hipocrisias. Com o
discurso politicamente correto, não correspondente com pensamento ou práticas.
Devemos sim, ser melhores individualmente, livre-arbítrio, porém,
sendo realistas. Saber que padronizar uma sociedade a nossa maneira, será apenas
uma nova cara de Ditaduras que já se passaram pelo mundo. Um mundo melhor seria
apenas mais uma daquelas ideias para emburrecer as massas.
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